SEM IGUAL!!!!!!!!!!!!!!!!

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F.C.Porto vs B. Dortmund

quarta-feira, 2 de março de 2016

16 avos Final Liga Europa (2ª Mão): F.C.Porto 0 vs B. Dortmund - 1 (25/02/2016)

Boa Noite Doentes do FCP
Depois da primeira mão dos 16 avos de final da Liga Europa os dragões terem sofrido uma derrota por 2-0 contra o Borussia Dortmund adivinhava-se no dragão uma tarefa difícil que se complicou ainda mais com o onze inicial colocado pelo técnico José Peseiro. O nosso treinador mudou para espanto de muitos adeptos portistas a equipa praticamente inteira deixando apenas no onze inicial o guarda redes Casillas, os defesas Layun e Maxi e o médio Danilo. 




A partida iniciou-se com alguma pressão portista que tentava chegar rapidamente à baliza adversária mas sem sucesso. A equipa do Dortmund ia conseguindo controlar a partida e quando podia ir à frente criava perigo. A meio do primeiro tempo num rápido contra ataque dos alemães a bola chegou isolada ao avançado do Dortmund que rematou para uma excelente defesa de Casillas mas na recarga o guardião portista não conseguiu evitar o golo. Já estava muito complicado antes da partida e mais se tornou após este golo, pois havia pouca crença e atitude em mudar o rumo dos acontecimentos. O intervalo chegou com a ideia que seria praticamente impossível mudar o rumo da eliminatória. 



No início da segunda parte José Peseiro não fez qualquer alteração na equipa. A partida desenrolava-se lenta e com poucos motivos de interesse. O Dortmund controlava o jogo e não permitia aos dragões criar lances de perigo. A verdade é que nem com as entradas de Suk, Brahimi e Corona as coisas melhoraram. O único lance de registo  aconteceu perto do final com Brahimi a levar a bola à barra da baliza alemã. Pouco depois o apito final soou com a eliminação portista nos 16 avos de final da Liga Europa. Agora resta aos portistas pensar no campeonato e taça de Portugal, pois são dois troféus que ainda é possível vencer.
SOMOS PORTO!!!!!!!!!!!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

F.C.Porto 1 vs Arouca - 2 (07/02/2016)

Boa Noite Doentes do FCP



Em mais uma partida do Campeonato Nacional, o Porto tinha pela frente a formação do Arouca, bem orientada pelo treinador Lito Vidigal. 
Sem poder contar com Maxi Pereira e Marcano suspensos por acumulçação de amarelos, José Peseiro optou pela colocação de Layún na direita e por dar a titularidade a Maicon e José Ángel (este em estreia absoluta nesta edição da Liga NOS), enquanto recuperava o restante 11 que tinha defrontado o Estoril na jornada anterior da competição, o que significou também o regresso de Casillas, Herrera, André André, Corona e Aboubakar, em detrimento de Helton, Rúben Neves, Marega, Suk e Varela, titulares em Barcelos. Ainda havia muita gente a sentar-se no Estádio do Dragões e o FC Porto já via o resultado em 0-1, com dez segundos de jogo decorridos e com Walter a aproveitar um passe de Zequinha, que surgiu isolado nas costas da defesa.
Após esta entrada em falso, Peseiro pediu calma aos jogadores e, aos oito minutos, Danilo, com um remate de longe, deu o primeiro aviso a Bracali, com a bola a sair ligeiramente ao lado. A jogar bom futebol e com combinações de grande nível, os portistas começaram a pintar o jogo de azul e branco e, aos 14 minutos, após um belo entendimento entre Corona, André André e Brahimi, Aboubakar cabeceou para uma defesa apertada do guarda-redes do Arouca. Do canto resultante, e fruto de (mais uma) assistência milimétrica de Layún, o camaronês não perdoou e fez o empate (1-1), completando uma tendência: em quatro jogos frente aos arouquenses marcou sempre.
O Arouca criou a situação de perigo seguinte, aos 20 minutos, com Nuno Coelho a proporcionar uma grande defesa a Casillas. Aos 24 minutos, uma das melhores jogadas do encontro – combinação entre Brahimi, Aboubakar e Miguel Layún – terminou num cabeceamento de Corona para uma grande defesa de Bracali. Aos 39 minutos, foi José Ángel a tentar a sua sorte, com um remate de pé direito que saiu por cima e, um minuto depois, Casillas fez novamente uma grande defesa, a remate perigosíssimo de Mateus. Ao intervalo, os adeptos dos Dragões ficavam a suspirar por um pouco mais de acerto no último terço do terreno.



Foi Aboubakar a abrir as hostilidades na segunda metade, logo aos 48 minutos, rematando para defesa de Bracali quando estava isolado, num claro indicador da vontade dos comandados de José Peseiro. O Arouca voltou a cerrar fileiras e os portistas só voltaram a criar perigo aos 62 minutos, mas desta vez colocaram mesmo a bola dentro da baliza de Bracali, num lance mal anulado pelo assistente do árbitro Rui Costa: André André está em jogo no momento do passe e o argelino, que remata para dentro da baliza, está atrás da linha da bola na altura do passe do português.
E foi a equipa visitante a chegar novamente à vantagem, aproveitando um lance infeliz de Maicon (66m). Aos 75 minutos, Marega, recém-entrado na partida, fez um grande remate para defesa apertada do guarda-redes adversário; os Dragões insistiam, nesta altura já com mais coração do que cabeça, e Marega e Aboubakar (86m) podiam ter empatado a contenda, mas nenhum conseguiu dar o melhor seguimento ao cruzamento de Layún, na que foi a última grande oportunidade do encontro.
Este resultado negativo compromete e muito as aspirações dos dragões em vencerem o campeonato nacional. 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

F.C.Porto 1 vs Rio Ave - 1 (06/01/2016)

Boa Noite Doentes do FCP




Depois de um final de ano amargo com a derrota para a Taça da Liga frente ao Marítimo e no início do ano ao sermos derrotados para o campeonato frente ao Sporting, o Porto tinha pela frente um teste difícil frente à formação vila-condende do Rio Ave. Julen Lopetegui era um treinador sob pressão e pretendia demonstrar que tinha capacidade para liderar esta equipa. O treinador procedeu algumas alterações com as entradas de André André e Marcano e as saídas de Rúben Neves e Maicon. 
A entrada do Porto na partida tinha como objectivo marcar cedo para tirar alguma pressão dos jogadores. E isso foi o que ficou evidenciado durante a maior parte do primeiro tempo com troca de bola rápida e algumas ocasiões desperdiçadas pelos atacantes portistas. O Rio Ave defendia como podia e sempre remetido ao meio campo defensivo. O guardião do Rio Ave teve de se elevar a um bom nível para defender os remates de Maxi Pereira e Marcano na sequência de um canto. O golo porém surgiu pouco depois por Herrera que aproveitou um ressalto de bola e rematou de pé esquerdo conseguindo um golo de belo efeito apesar da bola ter embatido num defesa vila-condense. Os dragões dominavam completamente a partida. Porém o Rio Ave teve a felicidade similar aquela que o Porto obteve aquando do remate de Herrera mas desta vez mais evidente com um remate de João Novais que embateu em Danilo, ganhando um efeito caprichoso que fez entrar a bola no canto inferior esquerdo da baliza de Casillas. O golo afetou os jogadores portistas e também a sorte não queria nada neste jogo com o Porto. Antes do intervalo André André cabeceou à base do poste após cruzamento de Aboubakar e ainda viu Cássio dar uma sapatada na recarga do próprio médio. O intervalo chegou pouco depois com um resultado injusto mas que premeia a boa organização defensiva do Rio Ave. 




No segundo tempo o Rio Ave entrou mais desinibido e ameaçador e começou a criar mais lances de perigo. Os jogadores portistas iam sentindo as pernas a "tremer" e o tempo a passar sem que fossem criados lances de verdadeiro perigo. Apesar de na segunda parte o Porto estar a praticar um futebol pobre, sem ideias e sem objectividade, os adeptos continuavam a incentivar e a puxar pela equipa. O Rio Ave continuava encostado às cordas mas o Porto tinha dificuldades em criar lances de perigo, até porque os minutos iam passando e a ansiedade aumentava, já que era fundamental vencer depois da derrota frente ao Sporting. A melhor ocasião do segundo tempo pertenceu aos 59´ ao vançado Aboubakar com um remate à meia volta detido por Cássio. Os jogadores não correspondiam e nem as entradas de André Silva e Varela no final mudaram o cariz do jogo. No final da partida os assobios e os lenços brancos eram imensos e sentia-se no estádio uma perfeita desilusão face ao futebol praticado principalmente no segundo tempo. Agora resta levantar a cabeça, repensar o estilo de jogo que o Porto tem praticado nestas últimas semanas e principalmente alterar a atitude de alguns jogadores que vão para dentro do campo sem qualquer ambição e sem qualquer noção da dimensão da camisola que estão a envergar. 
SOMOS PORTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!