Boa Noite Doentes do FCP
Numa início de noite muito fria, esperava-se pouco público para assistir a uma partida contra um adversário teoricamente mais acessível e por diversas razões: uma sexta-feira e a hora não era a mais convidativa, já que às 19h00 havia muita gente a sair dos empregos. Para além disso as exibições dos dragões não têm convencido ninguém e por isso havia alguma descrença na equipa. Era o momento ideal para provar que estavam errados.
O Porto surgiu com uma alteração no onze inicial: o castigado Alex Sandro deu lugar a Mangala na esquerda.
Logo de início como esperado o Porto apareceu forte na pressão sobre os elementos algarvios e conseguiu algumas oportunidades que os jogadores mais avançados dos azuis e brancos não conseguiam concretizar. As oportunidades sucediam-se na baliza da Olhanense mas o golo nunca surgia. Até que à passagem dos 30´, no pontapé de canto superiormente marcado por Carlos Eduardo, surgiu de rompante na área o central Elaquim Mangala para fazer o primeiro golo para o Porto. O golo era justíssimo para as oportunidades criadas. Há que salientar um jogador que tem sido chave numa maior dinâmica neste meio campo portista - Carlos Eduardo. O brasileiro tem mostrado muita velocidade, inteligência e é um caso sério para a segunda volta do campeonato. O intervalo chegou com a vantagem curta mas justa dos campeões nacionais.
Na segunda parte, o filme do jogo não se alterou e foi com naturalidade que em mais um pontapé de canto, o ponta de lança colombiano Jackson Martinez surgiu solto na área e de cabeça ampliou a vantagem (2-0).
A equipa algarvia foi sempre muito inofensiva limitando-se a defender e sem ter qualquer ambição em discutir o resultado, provavelmente sem grandes argumentos. Do outro lado, tínhamos um Porto rápido na circulação de bola, feroz na recuperação e capaz de ampliar o resultado. Isso mesmo aconteceu à passagem dos 75´com uma boa jogada coletiva em que o médio brasileiro Carlos Eduardo finalizou à entrada da área num golo fantástico, capaz de levantar o estádio. Pouco depois em mais uma excelente jogada dos portistas, a bola surgiu para o médio mexicano Herrera que à boca da área rematou colocado para se estrear a marcar pelos dragões. O jogo terminou pouco depois com uma vitória inquestionável da única equipa que fez por merecer este resultado. Agora há que saborear o Natal e logo depois antes do final do ano o Porto desloca-se a Alvalade para defrontar o Sporting C.P. para a Taça da Liga. Há que manter este ritmo para o ano 2014 e vencer todas as competições onde o Porto está inserido.
Fica desde já para todos os portistas e adeptos de futebol os votos de um santo Natal e um próspero Ano novo.
SOMOS PORTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
SEM IGUAL!!!!!!!!!!!!!!!!
F.C.Porto vs B. Dortmund
domingo, 22 de dezembro de 2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
FC.Porto 2 vs S.C.Braga - 0 (07/12/2013)
Boa Noite Doentes do FCP
Numa partida que se aguardava de muitos nervos, depois de no fim de semana anterior os dragões terem escorregado em Coimbra e terem efetuado uma exibição paupérrima, capaz de muitos adeptos terem ido logo a seguir ao jogo pedir explicações aos jogadores e equipa técnica. Apesar de todos os sobressaltos, o treinador manteve-se e tínhamos pela frente um Braga sempre muito complicado de bater, apesar de estar a fazer um campeonato muito abaixo das expetativas.
A entrada da partida foi como se esperava de muitos nervos para o Porto em que como em jogos anteriores não conseguia ligar as jogadas, os jogadores tentavam fazer as coisas individualmente e a sequência de passes era nula, levando os adeptos a um ataque de nervos. O Braga entrou bem, fechando os espaços para a baliza de Eduardo. A primeira parte foi tão sonolenta que só a partir dos 30 minutos é que o Porto rematou pela primeira vez à baliza. A primeira parte chegou ao fim com um coro de assobios monumental da parte dos adeptos portistas face à exibição tão cinzenta dos jogadores.
Ao intervalo, Lucho Gonzalez lesionado deu o seu lugar ao médio Carlos Eduardo que foi o impulsionador da segunda parte, permitindo ao treinador Paulo Fonseca inverter o triângulo do meio campo e dando mais liberdade a Herrera e ficando mais recuado o internacional belga Steve Defour. O que é certo é que a segunda parte foi completamente diferente com uma dinâmica ofensiva muito grande, maior pressão sob o portador da bola e consequentemente mais oportunidades de perigo. Logo na entrada do segundo tempo num cruzamento de Varela permitiu ao colombiano Jackson Martinez ganhar espaço e rematar com sucesso para o primeiro golo dos dragões. Este golo foi um alívio para os adeptos e permitiu ao jogadores se soltarem mais e criarem mais jogadas de perigo. O Braga muito longe daquilo que já fez no dragão noutros tempos foi uma equipa sem ideias e essencialmente sem criar lances de perigo. Do outro lado as oportunidades de perigo sucediam-se e os adeptos do Porto desesperavam. Contudo a poucos minutos do final, numa boa jogada de entendimento permitiu a Jackson Martinez encontrar o caminho do golo, fechando com chave de ouro uma segunda parte de bom nível.
Esta vitória teve duas leituras: uma primeira parte pobre de espírito sem ideias e capaz de levar os adeptos ao desespero e uma segunda parte de bom nível, com dinâmica ofensiva e um meio campo completamente transfigurado, onde o nosso técnico foi inteligente ao ponto de inverter o triângulo e teve sucesso com essa mudança. Agora há que manter o nível de jogo mais constante para não correr o risco de surpresas.
SOMOS PORTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Numa partida que se aguardava de muitos nervos, depois de no fim de semana anterior os dragões terem escorregado em Coimbra e terem efetuado uma exibição paupérrima, capaz de muitos adeptos terem ido logo a seguir ao jogo pedir explicações aos jogadores e equipa técnica. Apesar de todos os sobressaltos, o treinador manteve-se e tínhamos pela frente um Braga sempre muito complicado de bater, apesar de estar a fazer um campeonato muito abaixo das expetativas.
A entrada da partida foi como se esperava de muitos nervos para o Porto em que como em jogos anteriores não conseguia ligar as jogadas, os jogadores tentavam fazer as coisas individualmente e a sequência de passes era nula, levando os adeptos a um ataque de nervos. O Braga entrou bem, fechando os espaços para a baliza de Eduardo. A primeira parte foi tão sonolenta que só a partir dos 30 minutos é que o Porto rematou pela primeira vez à baliza. A primeira parte chegou ao fim com um coro de assobios monumental da parte dos adeptos portistas face à exibição tão cinzenta dos jogadores.
Ao intervalo, Lucho Gonzalez lesionado deu o seu lugar ao médio Carlos Eduardo que foi o impulsionador da segunda parte, permitindo ao treinador Paulo Fonseca inverter o triângulo do meio campo e dando mais liberdade a Herrera e ficando mais recuado o internacional belga Steve Defour. O que é certo é que a segunda parte foi completamente diferente com uma dinâmica ofensiva muito grande, maior pressão sob o portador da bola e consequentemente mais oportunidades de perigo. Logo na entrada do segundo tempo num cruzamento de Varela permitiu ao colombiano Jackson Martinez ganhar espaço e rematar com sucesso para o primeiro golo dos dragões. Este golo foi um alívio para os adeptos e permitiu ao jogadores se soltarem mais e criarem mais jogadas de perigo. O Braga muito longe daquilo que já fez no dragão noutros tempos foi uma equipa sem ideias e essencialmente sem criar lances de perigo. Do outro lado as oportunidades de perigo sucediam-se e os adeptos do Porto desesperavam. Contudo a poucos minutos do final, numa boa jogada de entendimento permitiu a Jackson Martinez encontrar o caminho do golo, fechando com chave de ouro uma segunda parte de bom nível.
Esta vitória teve duas leituras: uma primeira parte pobre de espírito sem ideias e capaz de levar os adeptos ao desespero e uma segunda parte de bom nível, com dinâmica ofensiva e um meio campo completamente transfigurado, onde o nosso técnico foi inteligente ao ponto de inverter o triângulo e teve sucesso com essa mudança. Agora há que manter o nível de jogo mais constante para não correr o risco de surpresas.
SOMOS PORTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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